Ryu (Breath of Fire)

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Dragão europeu.jpg Este artigo é sobre um dragão!

Isso quer dizer que ele pode ter asas e cuspir fogo, ou ser bonzinho, sábio e milenar. Se vandalizar este artigo, um dragão vai comer você.

João Dragão.jpg
Ryu em sua forma original.

Cquote1.png Shoryuken!! Cquote2.png
Ryu Hoshi sobre Ryu
Cquote1.png ... *Traduzindo: Ele é o único que me entende* Cquote2.png
Crono sobre Ryu (Breath of Fire)
Cquote1.png ... Cquote2.png
Ryu durante as batalhas
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Ryu conversando com Nina
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Ryu cagando
Cquote1.png Porra, até eu falo mais que ele!! Cquote2.png
Doutor Roberto sobre Ryu (Breath of Fire)

Ryu é o protagonista de todos os jogos da franquia Breath of Fire. Apesar de parecer, ele não é mudo, apenas é um adepto da linguagem dos três pontos, assim como Crono e Doutor Roberto.

Apesar de estar em uma encarnação diferente em todos os jogos, Ryu sempre possui a mesma habilidade, herdada de seu clã, que consiste em virar dragão e sair por aí queimando e devorando todo mundo, especialmente monstros e aberrações em geral, os quais lhe rendem XP. Ryu pode se transformar em vários tipos de dragões diferentes, sendo que sua forma suprema consiste em se transformar na tua mãe, aquele dragão abissal.

Origem[editar]

Ryu em sua forma mais poderosa e aterrorizante, Kaiser.

Ryu nasceu em Skyrim, no ano 4E 201. Fugindo do Dovahkiin, que tava brincando de Shang Tsung, matando dragão a torto e a direito só pra absorver as suas almas, Ryu foi parar em um continente esquisito sem nome, o lar das mais diversas aberrações, como geleias mutantes, ogros violentos e humanos.

Agora para conseguir retornar para sua terra natal e obter vingança contra o carrasco de sua espécie, Ryu precisa explorar o Novo Mundo e ficar mais forte, matando bichos e ganhando experiência. Tudo isso enquanto tenta botar no rabo de Nina, uma garota com asas que decidiu acompanhá-lo em sua jornada por não ter nada melhor pra fazer da vida. Ryu está melhorando suas habilidades desde o primeiro Breath of Fire, e mesmo após ter matado bicho de tudo quanto é tipo, soldados a rodo, imperadores, dragões malignos seguidores de Alduin e até deuses, ele ainda não se considera pronto para voltar para sua terra natal, continuando em sua aventura infinita até quando a Capcom quiser.

Carreira[editar]

Breath of Fire I[editar]

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Após conseguir fugir com sucesso de sua terra natal junto com alguns companheiros, Ryu, sem forças, cai no meio de um matinho no meio do nada e desmaia. Seus amigos cuidam dele e fazem uma vaquinha pra lhe comprar calças, pois diferente do Hulk, que quando se transforma mantém as calças intactas, quando Ryu vira dragão ele rasga todas as roupas, até a cueca, e quando se retransforma em humano fica peladão com a benga balançando. Ryu e os outros dragõezinhos decidem levantar uma aldeia e viver como o Ventania, só fumando e debochando, mas após alguns meses no sossego, Ryu e os outros são atacados pelos Dragões Negros de Olhos Vermelhos, um grupo de dragões malignos e maconheiros financiados pela deusa Myria. Ryu foge de lá e começa sua jornada pela Terra do Nunca.

Agora apenas vagando sem rumo por um continente desconhecido, já que o jogo não dá dica nenhuma e deixa você se virar pra descobrir o que fazer a seguir, Ryu vai matando um monte de bichos, maníacos e soldados do império com sua espada de ferro e suas transformações em dracônicas. Ele vai fazendo um monte de amigo aleatório no caminho, e com o poder da amizade, vai vencendo os desafios. Mas o poder do detonado seria mais interessante, porque você nunca faz ideia do que deve fazer a seguir.

Após centenas de horas apenas pra saber pra onde deveria ir, Ryu consegue chegar no castelo de Zog, e com a ajuda dos amiguinhos, Ryu consegue se transformar em um dragão fodão chamado Rudra que mata Zog com um golpe só. Mas como seria costume, Zog era só um capacho, o real vilão da porra toda é Myria, a deusa que prometeu um desejo qualquer para quem exterminasse o clã dos dragões de luz. Ryu enfrenta mais essa bucha, e, dependendo se ele conseguiu sua transformação mais fodona, a de dragão Agni, ele consegue matar Myria ou não. Independente disso, após a luta, ele sai vagando por aí sem rumo, arrependido por não ter conseguido botar no rabo de Nina dessa vez.

Breath of Fire II[editar]

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Passados mais de trocentos anos desde o fim de Breath of Fire I, Ryu reencarna com o mesmo nome, enquanto sua irmã Sara reencarna com o nome de Yua. Ambos vivem felizes e bonitinhos com a mamãe. Estava tudo tranquilo, mas como as desgraças perseguem Ryu, até porque se não fosse isso não tinha estória pra contar, do nada, um buraco se abre no chão, do qual sai um monte de demônio, os quais aleatoriamente decidem sequestrar a mãe de Ryu e Yua, levando a mesma pro meio do inferno. A invasão só para quando aparece um dragão do nada e tapa o buraco com o próprio corpo, morrendo no processo, já que do lado de baixo os demônios tavam querendo sair, e ficavam usando lança-chamas e espetando a barriga do dragão com seus tridentes.

Ryu e Bow batendo nas infames gelatinas saltitantes de Breath of Fire.

Agora sem a presença de um adulto, Ryu passa a se envolver com as más companhias, como o órfão Bow, que apresenta para Ryu o crack, a cocaína e a Phoenix Down. Após deixar o protagonista viciado e querendo mais, Bow o convida para realizar alguns furtos a mão armada na aldeia para conseguir dinheiro para financiar seu vício, e recebe uma resposta positiva. Após um assalto bem sucedido ao banco do vilarejo, no qual eles tiveram sucesso em obter sete quilos de carne, Ryu e Bow vão se esconder da polícia em uma caverna, na qual encontram um demônio. Após reconhecer Ryu como a "criança destinada", o demônio aplica um golpe de karatê na nuca dos dois e some.

10 anos mais tarde, naqueles time skips que a Capcom adora colocar em todos os Breath of Fires, Ryu e Bow, agora adolescentes, ganharam muita XP em furtos, e podem ser considerados thiefs de verdade. Após vários assaltos bem sucedidos e com os bolsos cheios de moedas, eles decidem finalmente viajar por aí e conhecer o mundo. Mas como uma simples viagem seria sem graça demais, a Capcom faz com que metade do mundo esteja possuída por demônios, assim, em todos os cantos pelos quais Ryu e Bow passam, eles encontram gente possuída por demônios, e são obrigados a exorcizar os bichos. Mas como eles entendem porra nenhuma de magia, eles tiram o demônio do corpo do hospedeiro na porrada mesmo, foda-se se a pessoa vai morrer no processo ou não. Eles são homens simples com prazeres simples.

Após exorcizarem o jogo inteiro e conseguirem aliados durante suas viagens, incluindo Nina que também reencarnou com o mesmo nome, Ryu e Bow encontram a fonte da tonelada de demônios que estão pentelhando eles e atrapalhando as viagens. Eles estão sendo invocados pelo Capeta Junior, que está conduzindo uma seita chamada de satânica, como diria o Guardião Universal, e ganhando poder com a reza dos seguidores. Ryu fatia o bicho e parte pra verdadeira batalha final contra Deathevn, que é um pedaço do que sobrou de Myria. Como já tinha matado a deusa inteira no jogo anterior, Ryu não tem dificuldades pra lidar com apenas um pedaço dela agora, então ele mata o bicho, rouba os seus pertences e, com tudo terminado, volta para o seu tour pelo mundo.

Breath of Fire III[editar]

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Após passar alguns anos andando por aí, Ryu decide descansar de não fazer nada, e vai tirar um cochilo no fundo de uma mina abandonada. Depois de um sono reparador de dois anos, Ryu é despertado por uns mineiros que usaram dinamite pra acordar a Bela Adormecida que tava atrapalhando as escavações. Ryu não ficou muito feliz em ser acordado, sem memória de quem era e transformado em dragão, ele só fez churrasco de todo mundo, matando geral no bafo de fogo. Meio fraco por não ter comido nada e nem ninguém por anos, Ryu sai da mina e acaba desmaiando, voltando a ser humano e ficando peladão com o pau pra fora. Rei, um híbrido de gato e humano que estava passando pela região se interessou pela piroquinha do moleque, e decidiu cuidar dele. Ryu acorda no barraco no meio do mato de Rei e Teepo, e por não ter pra onde ir, acaba ficando por lá mesmo, auxiliando seu tutor e seu "irmão" em suas nobres tarefas como ladrões.

Punhetox, a transformação de Ryu especializada em destruir pinto.

Após fugirem muito da PM, o trio acaba se separando, e Ryu acaba sozinho, mas por pouco tempo, pois logo ele conhece novos amigos, e decentes, como a princesa Nina (pra variar), Momo, Peco e Garr. O bando decide ir para a Torre do Anjo, pois Garr diz que como Ryu era um dragão, ele iria querer dar uma passada por lá pra descobrir sobre seu passado. Mas lá acontecem outras coisas melhores, como Garr revelando que é o melhor caçador de dragões do mundo e querendo enterrar Ryu lá, e também é lá que Garr apanha pra uma mulher pelada de pixels, na cena mais clássica do jogo. Depois da luta, Ryu carboniza metade do cenário, bota todo mundo pra correr e desaparece por anos, dando início ao time skip. Agora já adolescente, e novamente acordando pelado de um longo sono, Ryu faz as pazes com Garr, pois ficou com dó dele apanhando da mulher pelada, e os dois partem pra reencontrar seus antigos amigos. O único que ele não conseguiu reencontrar foi Teepo, que foi passar férias no Acre e desapareceu completamente do mundo.

Após percorrer o jogo inteiro com o objetivo de caçar a deusa Myria de novo, Ryu chega ao Jardim do Éden, onde ele finalmente reencontra seu velho amiguinho Teepo, que revela que também é um dragão e que aceitou a proposta de Myria de viver com ela em troca de muito ouro, álcool e putas. Ryu é obrigado a matar o moleque para prosseguir, o que faz sem peso na consciência. Agora o grupo finalmente vai enfrentar Myria, que é uma deusa bem carnavalesca, cheia de confetes e língua de sogra. Depois de muita porrada, Ryu e seus amiguinhos finalmente conseguiram vencer Myria, e a mandam de volta pra sua casa, o inferno, mas é claro que isso é temporário, pois ela é que nem Shao Kahn, sempre dá um jeito de voltar de lá. Na batalha, Garr acabou caindo na última macumba de Myria e se transformou em pedra, morrendo para sempre, ou não. Nina voltou para o castelo de Wyndia, Momo voltou para o Carnaval, Rei voltou para sua casa na árvore e Ryu não voltou para lugar nenhum, pois ainda era um sem teto.

Breath of Fire IV[editar]

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Ryu estava voando de boas pelos céus como um dragão, mas como ele não comia nada há dias, ele sente-se fraco, e desmaia, caindo no meio do deserto, peladão como sempre. Ele é encontrado por Nina, como sempre, e seu companheiro Cray, que estavam dando rolê de Chevette. Sem ter muito pra onde ir, Ryu decide acompanhar a dupla, que estava indo pra cidade mais próxima pra comprar a peça que você queria pra consertar o carro. Após conseguirem botar o Chevettão pra andar, Ryu, Nina e Cray, que estavam sem nada pra fazer, decidem se aventurar por aí pra derrubar o imperador maligno do mundo. Enquanto percorrem o mundo, matando gelecas que dão doze pontos de experiência, Ryu e sua gangue encontram Ershin, um cosplay mal-feito do Blitzcrank do League of Legends; Scias, um cachorro espadachim magrelo; e Ursula, uma pistoleira arrependida que trabalhava pro império do mal.

Quando enfim chegam no final da aventura, Ryu e seus amiguinhos descobrem que o vilão final nem é o imperador, que já tinha sido morto há muito tempo, e sim Fou-Lu, que era uma parte que foi separada de Ryu há muito tempo. Após as devidas apresentações, Fou-Lu começa a usar suas habilidades políticas para tentar convencer Ryu que os seres humanos são puro lixo e que eles deveriam ser extintos da Terra. Assim Fou-Lu vai argumentando, e usando flashbacks para dar sustância à sua tese, e ninguém sabe pra que lado a coisa tá indo, já que Ryu não fala uma única palavra. No fim, cabe ao jogador decidir o que vai fazer: se decidir se unir à ele, Fou-Lu vira um dragão encapetado e mata todos os amigos de Ryu, assim como destroi o mundo com todo mundo dentro. Agora, se Ryu negar todos os fatos, e decidir esperar todo mundo morrer em 2020, ele e seus amiguinhos tem que encarar todas as trocentas formas dracônicas de Fou-Lu. Se Ryu consegui vencer, Fou-Lu volta a ser parte dele, aumentando seu poder. Mas Ryu não curte muito ser um deus, manda todo o poder embora, e vai viver no castelo de Wyndia com Nina, onde ele enfim consegue comer sua velha amiga de guerras.

Breath of Fire: Dragon Quarter[editar]

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Aqui Ryu faz um regime e fica parecendo uma vareta de calção, sua espada é mais grossa do que a sua perna de joaninha. O grande diferencial desta encarnação de Ryu é que ele passa a doença da linguagem dos três pontos para Nina, agora ele consegue falar normal, mas sua amiga não emite nenhum som, ela nem grita quando é enrabada. As mudanças no visual servem para mascarar a total falta de um objetivo, aqui Ryu é apenas um caçador de coisa nenhuma que começa a aventurar-se por aí pra nada, só porque deu na telha. Enquanto viaja por aí, Ryu descobre seus poderes dracônicos, e luta para não ser possuído por uma entidade dragão que fora exorcizada pelo Chico Xavier. Tudo isso enquanto tenta salvar a vida de Nina, que está com câncer no cu e precisa de um remédio especial que só é encontrado na pequenina, mas garantida, cidade de Cu Pequeno, no interior da Bahia.

No fim, diferente dos demais jogos, Ryu não é obrigado a lutar contra uma divindade maligna meio carnavalesca (Myria) que quer destruir o mundo apenas porque deu vontade, pois não sabia o que fazer com sua vida eterna. Aqui Ryu é obrigado a lutar contra o seu rival transformado em dragão, que claro é apelão, senão não seria o chefe final. Após conseguir controlar a sua única transformação em dragão, e com a ajuda de seus amiguinhos e dos cheats, Ryu consegue subjugar seu nêmesis, salvando assim o mundo e deixando todo mundo feliz, ou não. Na verdade Ryu acaba morrendo no processo, mas como ele é o principal e tem algumas vantagens concedidas pelo diretor do jogo, a entidade que tava tentando controlar o corpo de Ryu acaba revivendo ele, permitindo que nosso protagonita continue na luta. Mas era melhor deixar morrer mesmo, pois o jogo foi tão ruim, que nunca mais fizeram outro Breath of Fire, matando a série no PlayStation 2 mesmo.

Transformações[editar]

Behemoth

Ryu transformado soltando um bafo de dragão em um inimigo qualquer.

A transformação mais básica e inútil de Ryu, que consiste em virar um bicho feio, verde e gigante que nada se parece com um dragão. Esta forma, por possuir o primeiro ataque em área, serve apenas para exterminar rapidamente os monstros gelatina de lvl. 1 que aparecem no começo de qualquer Breath of Fire que se preze. A única função desta porra é ser uma parede, servindo como bode expiatório para levar aqueles ataques foderosos dos inimigos no lugar dos outros membros do grupo, pois ele possui uma vida alta e uma defesa sólida, ao menos para a altura do jogo quando ele é conseguido. O ponto negativo é que nesta forma Ryu possui zero de inteligência, mas nem precisa mesmo, quando vira uma criatura gigante com chifres e patas ameaçadoras, você não quer ler livros nem conjurar magias, você quer devorar tudo que aparece do outro lado da tela. Assim que adquirir a segunda transformação, você nunca mais vai lembrar que o Behemoth existe.

Dragão Básico

A primeira transformação é apenas um esboço que deu muito errado, pois não lembra um dragão nem no branco dos olhos, então é apenas a partir daqui que Ryu adquire pelo menos alguma noção do que é um dragão de verdade e se transforma devidamente. Apesar da imponência, das asas flamejantes, do hálito de fogo e de tudo aquilo que a cartilha dos RPG's dizem que um dragão possui, esta é mais uma transformação que serve apenas para gastar a já escassa mana de Ryu, pois os ataques básicos de espada dele na forma humana causam mais estrago do que os especiais deste dragão meia-boca. Sua principal função é assar hordas de inimigos fracos com o hálito de fogo, não fazendo com que aquelas batalhas aleatórias chatas pra caralho que rendem quase nada de experiência ou ouro se estendam por muito tempo.

Kaiser

Apesar do nome de cerveja ruim, ele é um dos dragões que a galera considera o mais forte, por possuir várias frescuras pelo corpo e asas coloridas que brilham, e todos sabemos que, em RPG's, quanto mais uma coisa brilha, mais forte ela é. Em combate, ele é mais ou menos como um Bahamut de Final Fantasy, aparece, manda aquele bafo de dragão que causa dano não-elemental e vai embora por ficar sem mana para continuar na luta, ou por não querer ficar para aguentar a retaliação dos inimigos que sobreviveram ao ataque (todos). Na maioria dos jogos, ele é difícil de controlar e não faz o que deve na hora que deve, sendo assim mais um peso do que uma ajuda.

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