Conselho Administrativo de Defesa Econômica

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Conselho dos Administradores malvados em Defesa dos cartéis Econômicos, ou simplesmente CADÊ, é uma autarquia financeira filiada ao Ministério da Injustiça e não ao Ministério da Fazenda, como muita gente pensa. É o responsável por desmontar alguns esquemas de cartéis adversários e montar outros esquemas de cartéis de associados. Age como uma máfia, mas não deve ser chamada assim pois sua sede fica em meio uma importante avenida de Brasília, fazendo oposição a Máfia, que normalmente se reúne em pontos escondidos em uma metrópole.

Origem[editar]

Home Page do órgão (ou não)

Como qualquer empresa de laranjas, o CADE foi um órgão de fachada criado pelo então presidente Rango afim de obter benefícios financeiros por meio da eliminação da concorrência. Na época que foi criada, o Brasil funcionava como a Nova York de 1940, só na esfera governamental. Para eliminar concorrentes do jogo do bicho (via eliminação), Jangolar determinou a criação do Cade, que na época era andava como a Polícia Federal, só que clandestinamente.

O CADE em seu período áureo, que vai das 19:53 do dia 5 de agosto às 05:42 do dia 6 de agosto, em 1962, atuou com rigor eliminando caça-níqueis rivais com a ajuda da polícia. Jango ao ver o sucesso de sua criação, pensou que poderia fazer mais com eles e mandou tirar as letras D e E da sigla e assim partir com o Bonde dos Adm saindo da W3 Norte (local da sede) e indo até a praça dos três podres e instalar um regime burocrata do Gulag no bananil brasileiro. Eles só contavam que os militares estavam pensando a mesma coisa, só que ao invés de sair da W3 Norte em direção à praça dos três podres, os milicos saíram do Cabo do Forte de Copacabana(uhhmm..) e foram até a capital federal. O problema foi que os miliciares saíram dias antes, enquanto a trupe de Jango deixou pra sair em cima da hora.

Govefed.jpg

Passado o breu governamental, o CADE voltou a ser lembrado em 1992 quando um outro aventureiro denominado caçador de marajás resolveu reestabelecer aquela forma não oficial de repressão. Só que o Brasil tinha mudado, tinha se tornado bem moralista (não tanto quanto é hoje) então não dava pra pegar em armas em público porque isso passou a dar cadeia. Então o caçador de marajas decidiu:

Cquote1.png Ah! Como se trata de um órgão que mexe com numero, vamo colocar então junto com o ministério da justiça. Hdushuhesuheusehuusehu tudo a ve, né mano! Cquote2.png

Mas depois disso o CADE não perdeu seus poderes, pelo ao contrário, ganhou mais ainda pois tinha se tornado um formador de cartel legalizado (igual a ANATEL), fora as doações de empresas para campanhas políticas que criaram uma forma de decidir quem seria punido ou ganharia mais algumas empresas extras de presente.

Atribuições[editar]

A atividade do cade é basicamente limitar o tamanho das empresas e o quanto elas podem crescer. A depender do tipo de empresa, o CADE pode permitir que ela tenha mais de 80% do mercado ou se for alguma empresa que "atrapalhe o andamento dos negócios", ela não poderá nem ter 2% do mercado amazonense, por exemplo. Tudo isso vai depender o quando o CADE gosta da empresa ou quanto ela a odeia.

Feitos do CADE no Brasil[editar]

  • Permitir a venda do Nacional,Bamerindus, Unibanco, Banerj, Banesp e outros, para a criação de um giga-monopólio bancário nas mãos do Bradesco, Itaú e Santander, ferrando assim o povo brasileiro;
  • Permitir a fusão da Garoto, Lacta e Nestlé num giga-monopólio que baixou o peso dos chocolates, biscoitos, sorvetes etc em 70% mantendo o mesmo preço, ferrando assim o povo brasileiro;
  • Permitir a fusão da Sadia com a Perdigão, pra criar outro oligopólio que domina 70 a 80% de um setor, que é pro povo brasileiro se ferrar mais ainda pagando preços caros por produtos piores e com peso menor;
  • Permitir à Friboi/JBS comprarem todas as frigoríficas e curtumes de couro do país para monopolizar a carne e o couro (na mão do Lula), ferrando assim o povo brasileiro;
  • Deixar a VARIG quebrar sem dar um teco de ajuda, pra ficar mais fácil tentar monopolizar a aviação na mão da GOL e TAM, que são de políticos;
  • Tentar monopolizar as telecomunicações na mão da Oi, também de amigos do Lula (nessa o CADE se deu mal).

Veja Também[editar]